Mês: Janeiro 2020

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Sopa aveludada de alho francês

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Sacia, aumenta a nossa ingestão de água, fibras, vitaminas, minerais, é comida de conforto, dá para congelar, dá para toda a família, serve tanto para o almoço e jantar como serve para o lanche… etc etc 😉

A receita de sopa que vos trago hoje foi retirada da Magazine Continente (Janeiro 2020) e é uma delícia.

Ingredientes (para 4 pessoas):

  • 600 g de chuchus;
  • 3 Alhos-franceses;
  • 1 L de água;
  • 200 g de bebida vegetal de aveia;
  • Azeite qb;
  • Pimenta;
  • Sal.

Como preparar:

  • Retire a casca aos chuchus, lave-os e corte-os em cubos pequenos;
  • Lave os alhos-franceses e corte-os em rodelas finas;
  • Coloque tudo numa panela, junte um fio de azeite e vá mexendo, até o alho francês começar a corar;
  • Junte a água, o sal e deixe cozinhar por cerca de 30 minutos;
  • Junte a bebida de aveia e triture tudo, até obter um creme sem grumos;
  • Sirva com uma pitada de pimenta;
  • Bom apetite!

Já alguém tinha experimentado esta receita?

Partilhem as vossas experiências identificando a página do instagram @nutricionista_joanapereira e usando o hashtag #nutricionistajoanapereira.

Bom apetite! 🙂

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Este artigo pretende ajudar-vos a conhecer um pouco mais sobre o azeite, a sua história, os diferentes tipos e também como podemos adequar o nosso gosto pessoal à escolha de um azeite.

Vamos a isso?

Um pouco de história…

Em 900 a.C. o azeite chega à Europa Mediterrânica e à Península Ibérica, trazido pelos Fenícios e pelos gregos.

Muitos anos depois, em 418 d.C., existe o primeiro registo de uma oliveira naquilo que é hoje o território português.

Sabe-se ainda que o azeite foi um dos primeiros produtos exportados pelos portugueses, o que se mantém até hoje.

Mas já que falamos de azeite, quantos tipos existem e o que os difere?

  • Azeite virgem extra: é um azeite de qualidade superior, com uma acidez entre 0 e 0,8%. Sem defeitos organoleticamente perceptíveis, é idealmente é usado para consumo direto e para temperar a cru;
  • Azeite virgem: azeite também de qualidade superior, com pequenos defeitos perceptíveis, e com um teor de acidez inferior a 2%. É também apto para um consumo direto, sendo ainda apropriado para utilizar em assados, sopas e refogados;
  • Azeite composto (azeite refinado + virgem ou virgem extra): tem uma acidez inferior a 2%, sendo ideal para fritar por ser mais resistente a altas temperaturas;

Ainda temos outras designações, à parte dos diferentes tipos descritos acima:

  • DOP (denominação de origem protegida): garante que os azeites são produzidos numa área geográfica delimitada, em condições de solo e clima próprios e a partir de variedades específicas de azeitona definidas para essa mesma zona. Temos em Portugal 6 regiões com certificação DOP: Azeite de Trás-os-Montes, Azeite da Beira Interior, Azeite do Ribatejo, Azeite do Norte Alentejo, Azeite do Alentejo Interior e Azeite de Moura;
  • Azeite biológico: é produzido a partir de oliveiras cultivadas em modo de produção biológica, obedecendo a regras muito restritas no que diz respeito à utilização de fertilizantes e produtos fitossanitários, sendo praticamente proibido o uso de produtos químicos de síntese.

Como escolher um azeite segundo o seu gosto pessoal?

Consoante as diferentes regiões do país temos diferentes variedades azeite, com sabores característicos. Vamos ver:

  • Azeite de Trás-os-Montes: azeites com cheiro amendoado, sabor mais amargo e picante;
  • Azeite do Norte Alentejano: azeites de muito baixa acidez, ligeiramente espessos, frutados, com cor amarela ou esverdeada, possuem aroma e sabor suaves;
  • Azeite do Interior Alentejano: azeites com cor dourada ou esverdeada, aroma frutado e sabor doce;
  • Azeite do Ribatejo: azeites ligeiramente espessos, frutados, com cor amarela e sabor marcadamente doce e suave;
  • Azeite de Moura: azeites de baixa acidez, cor amarelo-esverdeada, aroma frutado e sabor frutado, amargo e picante.

Por fim, será que o azeite “é como o vinho do Porto”? Não! O azeite não melhora com o tempo, pois a exposição à luz, ao ar e a temperaturas mais altas aumenta a sua oxidação e pode torná-lo rançoso.

Dessa forma, o azeite deve ser guardado em garrafas de vidro escuro e mantido num lugar fechado.

Espero que o artigo tenha sido útil! 😉

Obs: Algumas informações foram retiradas do “Guia do Azeite” do Continente.

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Além disso é bastante saciante, pelo que, quando consumida no início da refeição, ajuda a que consigamos comer menos do segundo prato, este habitualmente mais calórico.

Sendo assim, a receita de hoje é de creme de ervilhas com hortelã.

Vamos a isso? 😉

Ingredientes (para 2 pessoas):

  • Meia cebola;
  • 1 Courgete;
  • 150 g de ervilhas;
  • 2 Colheres de sopa de hortelã picada;
  • 1 Colher de sopa de azeite extra-virgem;
  • Água.

Como preparar:

  • Colocar todos os ingredientes (excepto a hortelã) cortados em pedaços pequenos numa panela e deixar refogar uns minutos;
  • Junte a água e deixe cozinhar cerca de 25 minutos;
  • Junte a hortelã picada e triture;
  • Bom apetite!

Experimente e partilhe a sua experiência no instagram, marcando a página @nutricionista_joanapereira e/ou usando a hashtag #nutricionistajoanapereira

Imagem retirada de: lifestyle.pt

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